
Em seu meio político, a sociedade, o ser humano em geral, tem a responsabilidade, de se apartar de todo tipo de discriminação, seja ela, racial, sexual, etc... Mas o tipo de discriminação que realmente afeta o meio social pós- moderno em nosso país, é a discriminação cultural, a genitora de todos os outros tipos de discriminação. Justifico meu pensamento ao notar a apatia e o desprezo na falsidade daqueles que garantem o êxito eleitoral, num escrutínio secreto manipulado pela demagogia, estes, têm o poder da mudança, mas temem que esta mudança lhes tomem o poder. Tudo isso gera no ser “plebeu,” a radical vergonha de si mesmo, que com sua baixa auto estima, sofre a doença da “síndrome de Hard”:_ “Oh dia, óh vida , óh azar”!!!!!!!
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Esse é o ethos(lugar) de muitos, que sem opção desde sua infancia, escolhem a mediocridade, o desinteresse pelas coisas que realmente exaltam o ser humano. As favelas, são formadas por uma maioria, que desinteressados pela cultura, engravidam da burrice nas vielas e escadões, e bebem da ignorância nos botecos sujos, enquanto seus filhos são educados pelo "Bonde do Creu."
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O antídoto para essa sociedade enferma, nada mais é que o conhecimento, que gera a sabedoria e amplia as indagações e o senso critico do ser, que é subjetivo em seu cosmo humano, seja ele determinista , ou existencialista, liberal ou fundamentalista, tradicional ou pentecostal, católico ou muçulmano, tornando-o mais apto à aprender, porquanto questionará com mais lucidez.
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O conhecimento enobrece o ser humano, é mais valioso do que qualquer riqueza, pois o verdadeiro poder de um homem, não se caracteriza pelo que ele pode comprar, e sim nos seus ensinamentos, em suas idéias e criações, que podem ou não, influenciar o mundo em seu redor. O problema é que em nosso país, cultura, só se for paga. Será extremamente amenizada a vergonha social e radical quando nossos filhos tiverem acesso à cultura monopolizada da elite.
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Talvez nesse caso, haja uma grande omissão das denominações religiosas, estas que na ausência do estado, deveriam ser mais atuantes (como outrora foram, através das ordens monásticas, que resultaram nas universidades), mas o que se vê, são grupos religiosos que se preocupam muito mais com a instituição na forma de sua pessoa juridica, do que com a pessoa fisica.
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Fico com as palavras de John wesley à igreja estatal (Anglicana) em sua época: “-Fiquem vocês com os grandes e com os ricos, com os nobres e com os sábios, deixe- nos com os pequenos e com os pobres, com os plebeus e com os ignorantes, só não levantem a mão contra nós, pois se tivermos êxito em nosso trabalho, será a prova de Deus foi quem nos enviou”
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Chego ao fim, Acrescentando a Wesley as palavras de Rui Barbosa: “Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente. A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais.”
Que Deus abençoe a todos
Pr João Gomes IEQ VALO VELHO- Z/S SP Capital
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Esse é o ethos(lugar) de muitos, que sem opção desde sua infancia, escolhem a mediocridade, o desinteresse pelas coisas que realmente exaltam o ser humano. As favelas, são formadas por uma maioria, que desinteressados pela cultura, engravidam da burrice nas vielas e escadões, e bebem da ignorância nos botecos sujos, enquanto seus filhos são educados pelo "Bonde do Creu."
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O antídoto para essa sociedade enferma, nada mais é que o conhecimento, que gera a sabedoria e amplia as indagações e o senso critico do ser, que é subjetivo em seu cosmo humano, seja ele determinista , ou existencialista, liberal ou fundamentalista, tradicional ou pentecostal, católico ou muçulmano, tornando-o mais apto à aprender, porquanto questionará com mais lucidez.
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O conhecimento enobrece o ser humano, é mais valioso do que qualquer riqueza, pois o verdadeiro poder de um homem, não se caracteriza pelo que ele pode comprar, e sim nos seus ensinamentos, em suas idéias e criações, que podem ou não, influenciar o mundo em seu redor. O problema é que em nosso país, cultura, só se for paga. Será extremamente amenizada a vergonha social e radical quando nossos filhos tiverem acesso à cultura monopolizada da elite.
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Talvez nesse caso, haja uma grande omissão das denominações religiosas, estas que na ausência do estado, deveriam ser mais atuantes (como outrora foram, através das ordens monásticas, que resultaram nas universidades), mas o que se vê, são grupos religiosos que se preocupam muito mais com a instituição na forma de sua pessoa juridica, do que com a pessoa fisica.
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Fico com as palavras de John wesley à igreja estatal (Anglicana) em sua época: “-Fiquem vocês com os grandes e com os ricos, com os nobres e com os sábios, deixe- nos com os pequenos e com os pobres, com os plebeus e com os ignorantes, só não levantem a mão contra nós, pois se tivermos êxito em nosso trabalho, será a prova de Deus foi quem nos enviou”
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Chego ao fim, Acrescentando a Wesley as palavras de Rui Barbosa: “Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente. A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais.”
Que Deus abençoe a todos
Pr João Gomes IEQ VALO VELHO- Z/S SP Capital