Penso que a igreja necessita de bom senso em questões simples, como "amar o próximo como a si mesmo". Muitos dos lideres com maior evidência, são ou foram grandes pastores, mas o primeiro efeito colateral do poder é a perda da sensibilidade “divina”, esta, o "pequeno" líder mantém com mais facilidade. Um grande líder que não perdeu essa sensibilidade foi Moisés. Este, desceu as escadarias do poder palaciano do Egito, e se misturou ao povo que amassava barro.
domingo, 19 de dezembro de 2010
O Natal
Para muitos o natal é a data mais esperada do ano, ficamos deveras ansiosos por sua chegada, mas quando chega, não se mostra tão diferente dos outros dias. Você já viu um cachorro latindo e correndo atrás de um automóvel em movimento como se fosse morde-lo? Já percebeu a atitude dele quando o carro para? Fica sem reação, sem saber o que fazer, e simplesmente se afasta. Muitas vezes nos sentimos assim no dia de natal, um “Vira Lata” impotente, e um sentimento de: “e daí?”, se instala no coração.
O fato é que não da pra ter certeza se Cristo nasceu ou não no dia vinte cinco de dezembro, mas, que esse dia não é para a maioria o que deveria ser, disso tenho certeza; Um dia de reflexão sobre si mesmo, um dia de se assentar à mesa com seu semelhante e repensar algumas atitudes, lembrando- se do maior ícone de amor, perdão e sabedoria que já passou por esse mundo material e capitalista; Jesus Cristo. Ah! Capitalista! Esse infelizmente é o real significado do natal para muitos, o que faz com que, para quem não tem “Papai Noel” ($), esse dia seja uma enorme decepção.
No livro de Mateus no capitulo 25, (e para quem assim como eu, não acredita muito em coincidências, esse capitulo tem o numero do natal) há um ensinamento sobre o que deveria ser o verdadeiro sentido de Natal, vou explicar: Segundo os escritos de Paulo no Novo Testamento, Deus não pode ser servido por mãos humanas (Atos 17). Então, só existe uma forma de se servir a Deus e, o profeta de Nazaré que não era católico ou evangélico explica em 25 de Mateus: “E dirá o Senhor aos que estiverem à sua direita:- Tive fome e me destes de comer, sede e me destes de beber, estive nu e me vestistes, doente e fostes me ver, estive preso e fostes me visitar, então, perguntaremos: -Quando te fizemos isso Senhor? e ele dirá: -Quando fizestes isso a um destes meus pequeninos, a mim fizestes.” Este deveria ser o verdadeiro sentido, não somente do natal, mas da vida de todo ser humano. Mas como sempre, o homem põe nas “costas” da divindade toda a responsabilidade com seu semelhante, e como se já não bastasse o grande numero de divindades já existente, acabaram criando mais uma, “Papai Noel,” o mito do “bom velhinho.” O problema é que essa divindade só visita casas com chaminés, então, dificilmente será vista na Rocinha, Paraisópolis, ou em qualquer comunidade carente das grandes cidades do Brasil. E o mais interessante é que nos dias de dezembro ele adora estar nos grandes e caros shopincenteres, fazendo um “bico” para ganhar uns trocadinhos e tirando fotos com seus “súditos.”
Dou graças a Deus, pelos “Papais Noéis” como um jovem chamado Adriano, que no dia nove de dezembro de 2006 teve coragem de arriscar a vida e pular no rio Pinheiros para salvar uma criança que estava se afogando, ou como os soldados brasileiros no Haiti (onde passei o mês de Setembro de 2011) que choram a saudade de seus familiares para um fim maior, o de servir ao povo haitiano, e por isso são idolatrados naquele país. Não nos esqueçamos também daquele policial militar que trabalha com o soldo de pouco mais de três salários mínimos, arriscando a vida com um insignificante “três oitão” de 5 tiros contra bandidos armados de metralhadoras, e mesmo assim, rejeita o suborno do traficante, (que também de vez em quando é confundido com Papai Noel).
Que neste natal possamos refletir sobre os verdadeiros valores que devem haver em nós, sobre tudo, como nos tornar melhores seres humanos, “divinizados”, à semelhança daquele profeta de Nazaré que, não sendo nem católico e nem evangélico, e que, nascido ou não dia vinte cinco de dezembro, em vinte e cinco de Mateus nos ensina o que fazer, a fim de que sejamos chamados CRISTÃOS (pequenos cristos). “-Nisto o mundo saberá que vós sois meus discípulos, quando vos amardes uns aos outros” (Jo. 13. 35) E você, o que pensa?... Medite!!!
João Gomes Rodrigues
sábado, 4 de dezembro de 2010
NAMORO E BEIJO DE LÍNGUA ( A partir do 2º parágrafo extraido de http://vidaecastidade.blogspot.com)
A corte, é um sistema de namoro que preza a amizade do casal de namorados e principalmente a santidade, não há beijo de língua e abraços muito apertado. A intensão é trazer a santidade no namoro, pois os jovens sabem como é lutar contra os desejos sexuais, e toda relação sexual começa através do beijo. Se alguém lhe propor a corte, ore, e não pense só na abstinência, mas no exemplo aos novos convertidos e na promoção que vocês farão em relação à santidade, que por sinal está em baixa nos relacionamentos.
Quando se fala de pecados de impureza, muitas pessoas pensam: “Se é um pecado mortal, então eu não quero. Mas se for só pecado venial, então não quero perder!”. Precisamos deixar de lado essa idéia minimalista que se foca em “até onde podemos ir sem ofender a Deus”. Mesmo o menor pecado divide, enquanto a pureza faz nascer o verdadeiro amor. Elizabeth Elliot escreveu em seu livro Passion and Purity: “Como posso falar de alguns beijos imprudentes para uma geração que cresceu sendo ensinada que quase todo mundo vai pra cama com todo mundo? Daqueles que vagueiam no mar da permissividade e dos excessos, será que existe alguém que ainda olhe para o céu em busca do farol da pureza? Se eu não acreditasse que existe alguém assim, sequer me importaria em escrever.” [1]
Eu costumava ter como certo que todo mundo sabia que beijo de língua é sexualmente excitante, especialmente para um rapaz. Mas eu tenho encontrado mulheres que se mostram surpresas quando descobrem que um homem fica sexualmente excitado por um beijo ardente (ou antes dele). O beijo de língua é profundamente unitivo, já que a penetração de uma pessoa dentro de outra é parte daquele “tornar-se um” com ele ou ela fisicamente. Esse beijar ardente e sensual diz para o corpo de um homem que este deve se preparar para o ato sexual, e quando um homem fica excitado, geralmente ele não fica satisfeito enquanto não atinge o ápice.
Portanto, o beijo de língua provoca o corpo com desejos que não podem ser moralmente satisfeitos fora do casamento. Para o casal que está guardando o sexo para o casamento, o beijo de língua é como um garoto de quinze anos sentado no carro, na saída da garagem, só acelerando o carro estacionado, porque sabe que não tem carteira de motorista.
Eu acredito que o problema moral com beijo de língua é mais difícil de ser entendido pelas garotas, porque elas tendem a se excitar sexualmente de uma maneira mais gradual do que os rapazes. Se a excitação de uma mulher pode ser comparada com um ferro de passar esquentando pouco a pouco, a de um rapaz poderia ser comparada com o acender quase instantâneo de uma lâmpada elétrica. As reações sensuais em um rapaz tendem a ser mais imediatas, e quando a chama da excitação sexual se acende, um homem geralmente quer ir além.
Ele pode até se contentar por uns tempos somente com os beijos. Mas quando um casal tem episódios recorrentes de “amassos” ardentes, e tentam estabelecer os limites nesse ponto, uma das duas coisas vai acontecer: ou os limites originais vão desaparecer, ou então a frustração vai tomar conta de tudo. No primeiro caso, a excitação sexual vai se tornar rotina, e o casal vai começar a justificar novas formas de intimidade física. Talvez eles consigam parar na primeira, na segunda ou na terceira vez, mas gradualmente os antigos limites vão cedendo, porque eles começam a experimentar esse poder intoxicante de ligação que Deus reservou para os cônjuges no casamento.
No segundo caso, um dos dois poderá acabar ouvindo a mesma coisa que essa garota ouviu: “Meu namorado e eu não passávamos de uns 'amassos', mas recentemente ele me perguntou depois que nos beijamos: ‘Você nunca se sente... entediada? Nunca enjoa disso?’”
Frequentemente eu recebo e-mails de casais abstinentes que dizem que realmente se amam e querem permanecer na pureza, mas continuam sempre caindo de novo e de novo nos mesmos pecados sexuais. Eles estimularam esses desejos, e descobriram que eles não são facilmente controlados, uma vez despertos. Esses casais querem ficar em cima do muro, e manter alguma intimidade sexual ao mesmo tempo em que evitam ir “muito longe”. Mas eles estão descobrindo que homem e mulher não foram feitos para funcionar desse modo. A pureza angelical é mais fácil de se viver do que apenas 50% de pureza, porque você não está constantemente provocando a si mesmo.
Entretanto, algumas pessoas dizem que beijo de língua não é lá esse problema todo, e que não tem muita importância. Mas será que não existe algo em você que gostaria que esses beijos significassem algo? Quanto mais damos de nós mesmos, tanto menos valorizamos o dom do nosso corpo e de todo o nosso ser (e as pessoas respondem nos tratando com menos respeito também).
Pergunte a si mesmo o que valem seus beijos. Será que eles são uma maneira de retribuir a um rapaz por uma noite bacana? Será que eles são uma solução para o tédio em um namoro? Será que eles são um modo de encobrir as dores ou a solidão? E pior, será que eles são apenas por pura “diversão”? Se a resposta para qualquer uma dessas perguntas for um sim, então já esquecemos o propósito de um beijo, e o significado da intimidade. Portanto, não trate partes de sua sexualidade como “sem importância”. Todo seu corpo é de uma importância infinita, e isso inclui seus beijos. Quando percebemos isso, o mais simples dos beijos passa a ter um valor inestimável, “não tem preço”, e traz mais proximidade e alegria do que 100 “ficas” ou encontros sexuais casuais.
O que acontece com o jovem bem intencionado é que a intimidade inicial e a excitação de um beijo se enfraquece quando ele ou ela começa a dar esses beijos indiscriminadamente, como quem aperta uma mão. O significado profundo dos simples atos de afeição lentamente se perde. O mundo gosta de nos dizer que estamos ficando mais “habilidosos” no namoro, mas na verdade estamos apenas nos tornando insensíveis.
Então, antes de fazer tudo de novo, pense em guardar a paixão ardente para seu esposo ou esposa. Não apenas sua pureza será um dom e presente para seu cônjuge, ela vai fazer a afeição dele ou dela mais única para você também. No longo prazo isso vai unir os dois muito mais do que todas as “experiências” que o mundo recomenda que você tenha antes de se casar.
No colégio, eu não pensava duas vezes antes de dar esse tipo de beijo. Meu pensamento era que outras pessoas estavam fazendo coisas piores, então não tinha muito problema o que eu fazia. Agora eu desejaria ter guardado esses beijos para minha esposa, ao invés de distribuí-los por aí com garotas que nunca mais vi de novo depois que terminou o tempo de colégio. Mas na época eu não pensava no futuro. Eu apenas via meus colegas de sala e achava que esse era o modo como as coisas eram. Quando meus relacionamentos amadureceram e se aprofundaram, e eu comecei a rezar por eles, eu deixei esse tipo de beijo de lado, porque ele sempre acendia o desejo de ir além. Ele também estava levando os outros aspectos do relacionamento a um segundo plano. Eu sabia no meu coração que não poderia dizer com segurança que esse tipo de intimidade estava agradando a Deus.
Então eu tive uma conversa com uma namorada no começo de um relacionamento, e nós concordamos em fazer esse sacrifício. Isso foi uma grande bênção, e eu imediatamente pude ver como o relacionamento era mais santo e cheio de alegria. Nós nunca éramos perfeitos, mas pela primeira vez eu vi que, quanto mais beijos ardentes havia no relacionamento, menos havia de qualquer outra coisa. Isso foi uma coisa que não pude entender enquanto não experimentei.
Eu encorajo você a dar uma chance, tentar. Deixe de lado os beijos de língua nos namoros, e guarde-os para o casamento. Mantenha a afeição simples. Se é muito difícil para você aceitar isso, então tenha a honestidade de se perguntar porque. Se você não pudesse dar um beijo de língua no seu namorado, isso iria impedir sua capacidade de amá-lo? Será que, deixando de dar um beijo de língua em sua namorada, isso vai impedir sua capacidade de glorificar a Deus ou de levá-la para o céu? O quanto nossas intenções estão direcionadas para nossa gratificação pessoal, e o quanto estão direcionadas para a glorificação de Deus?
Falando em termos simples, a moralidade sexual diz respeito a glorificar Deus com nosso corpo. O modo com que você usa sua sexualidade deve refletir seu amor por Deus e deve expressar o amor de Deus para os outros. Se uma área parece cinzenta, então não entre nela. Faça apenas as coisas que você seguramente sabe que glorificam a Deus.
Se você tem dificuldades nesse assunto, leve isso para a oração. Se você deseja verdadeiramente conhecer a vontade de Deus com relação à pureza, eu sei que Ele vai lhe mostrar. Você tem só que ficar com Ele o tempo suficiente para ouvi-lo. Com certeza, isso é difícil, mas o amor está pronto a sacrificar grandes coisas, bem como as pequenas, pelo bem da pessoa amada.
Cada vez mais comum eu ouvir casais que guardam seu primeiro beijo para o dia do casamento. À primeira vista isso pareceu loucura para mim, mas então eu percebi que eles não estavam evitando os beijos porque achavam que era pecado ou porque não conseguiam se controlar, mas sim porque eles estimavam tanto, viam tanto valor em um simples beijo, que eles desejavam que Deus e o mundo testemunhassem o seu primeiro. Seu primeiro beijo poderia ser oferecido como uma oração.
Com tudo isso que foi dito, não devemos ficar presos em saber o quão próximos podemos chegar do pecado. Quando nossos corações estão bem com Deus, estamos preocupados com o que é verdadeiramente puro, e em como podemos glorificar a Deus com nossos corpos. Queremos que cada um de nossos atos de afeição seja um reflexo do fato de que Deus vem em primeiro lugar em nossas vidas. Enquanto não chegarmos a esse ponto, teremos dias muito difíceis tentando discernir entre o que é amor e o que é luxúria.
[1]. Elisabeth Elliot, Passion and Purity (Grand Rapids, Mich.: Revell, 1984), 131.
http://vidaecastidade.blogspot.com/
.
Dize à sabedoria: Tu és minha irmã; e à prudência chama de tua parenta,
Para que elas te guardem da mulher alheia, da estranha que lisonjeia com as suas palavras.
Porque da janela da minha casa, olhando eu por minhas frestas,
Vi entre os simples, descobri entre os moços, um moço falto de juízo,
Que passava pela rua junto à sua esquina, e seguia o caminho da sua casa;
No crepúsculo, à tarde do dia, na tenebrosa noite e na escuridão.
E eis que uma mulher lhe saiu ao encontro com enfeites de prostituta, e astúcia de coração.
Estava alvoroçada e irriquieta; não paravam em sua casa os seus pés.
Foi para fora, depois pelas ruas, e ia espreitando por todos os cantos;
E chegou-se para ele e o beijou. Com face impudente lhe disse:
Sacrifícios pacíficos tenho comigo; hoje paguei os meus votos.
Por isto saí ao teu encontro a buscar diligentemente a tua face, e te achei.
Já cobri a minha cama com cobertas de tapeçaria, com obras lavradas, com linho fino do Egito.
Já perfumei o meu leito com mirra, aloés e canela.
Vem, saciemo-nos de amores até à manhã; alegremo-nos com amores.
PV. 7: 4-18
Quando se fala de pecados de impureza, muitas pessoas pensam: “Se é um pecado mortal, então eu não quero. Mas se for só pecado venial, então não quero perder!”. Precisamos deixar de lado essa idéia minimalista que se foca em “até onde podemos ir sem ofender a Deus”. Mesmo o menor pecado divide, enquanto a pureza faz nascer o verdadeiro amor. Elizabeth Elliot escreveu em seu livro Passion and Purity: “Como posso falar de alguns beijos imprudentes para uma geração que cresceu sendo ensinada que quase todo mundo vai pra cama com todo mundo? Daqueles que vagueiam no mar da permissividade e dos excessos, será que existe alguém que ainda olhe para o céu em busca do farol da pureza? Se eu não acreditasse que existe alguém assim, sequer me importaria em escrever.” [1]
Eu costumava ter como certo que todo mundo sabia que beijo de língua é sexualmente excitante, especialmente para um rapaz. Mas eu tenho encontrado mulheres que se mostram surpresas quando descobrem que um homem fica sexualmente excitado por um beijo ardente (ou antes dele). O beijo de língua é profundamente unitivo, já que a penetração de uma pessoa dentro de outra é parte daquele “tornar-se um” com ele ou ela fisicamente. Esse beijar ardente e sensual diz para o corpo de um homem que este deve se preparar para o ato sexual, e quando um homem fica excitado, geralmente ele não fica satisfeito enquanto não atinge o ápice.
Portanto, o beijo de língua provoca o corpo com desejos que não podem ser moralmente satisfeitos fora do casamento. Para o casal que está guardando o sexo para o casamento, o beijo de língua é como um garoto de quinze anos sentado no carro, na saída da garagem, só acelerando o carro estacionado, porque sabe que não tem carteira de motorista.
Eu acredito que o problema moral com beijo de língua é mais difícil de ser entendido pelas garotas, porque elas tendem a se excitar sexualmente de uma maneira mais gradual do que os rapazes. Se a excitação de uma mulher pode ser comparada com um ferro de passar esquentando pouco a pouco, a de um rapaz poderia ser comparada com o acender quase instantâneo de uma lâmpada elétrica. As reações sensuais em um rapaz tendem a ser mais imediatas, e quando a chama da excitação sexual se acende, um homem geralmente quer ir além.
Ele pode até se contentar por uns tempos somente com os beijos. Mas quando um casal tem episódios recorrentes de “amassos” ardentes, e tentam estabelecer os limites nesse ponto, uma das duas coisas vai acontecer: ou os limites originais vão desaparecer, ou então a frustração vai tomar conta de tudo. No primeiro caso, a excitação sexual vai se tornar rotina, e o casal vai começar a justificar novas formas de intimidade física. Talvez eles consigam parar na primeira, na segunda ou na terceira vez, mas gradualmente os antigos limites vão cedendo, porque eles começam a experimentar esse poder intoxicante de ligação que Deus reservou para os cônjuges no casamento.
No segundo caso, um dos dois poderá acabar ouvindo a mesma coisa que essa garota ouviu: “Meu namorado e eu não passávamos de uns 'amassos', mas recentemente ele me perguntou depois que nos beijamos: ‘Você nunca se sente... entediada? Nunca enjoa disso?’”
Frequentemente eu recebo e-mails de casais abstinentes que dizem que realmente se amam e querem permanecer na pureza, mas continuam sempre caindo de novo e de novo nos mesmos pecados sexuais. Eles estimularam esses desejos, e descobriram que eles não são facilmente controlados, uma vez despertos. Esses casais querem ficar em cima do muro, e manter alguma intimidade sexual ao mesmo tempo em que evitam ir “muito longe”. Mas eles estão descobrindo que homem e mulher não foram feitos para funcionar desse modo. A pureza angelical é mais fácil de se viver do que apenas 50% de pureza, porque você não está constantemente provocando a si mesmo.
Entretanto, algumas pessoas dizem que beijo de língua não é lá esse problema todo, e que não tem muita importância. Mas será que não existe algo em você que gostaria que esses beijos significassem algo? Quanto mais damos de nós mesmos, tanto menos valorizamos o dom do nosso corpo e de todo o nosso ser (e as pessoas respondem nos tratando com menos respeito também).
Pergunte a si mesmo o que valem seus beijos. Será que eles são uma maneira de retribuir a um rapaz por uma noite bacana? Será que eles são uma solução para o tédio em um namoro? Será que eles são um modo de encobrir as dores ou a solidão? E pior, será que eles são apenas por pura “diversão”? Se a resposta para qualquer uma dessas perguntas for um sim, então já esquecemos o propósito de um beijo, e o significado da intimidade. Portanto, não trate partes de sua sexualidade como “sem importância”. Todo seu corpo é de uma importância infinita, e isso inclui seus beijos. Quando percebemos isso, o mais simples dos beijos passa a ter um valor inestimável, “não tem preço”, e traz mais proximidade e alegria do que 100 “ficas” ou encontros sexuais casuais.
O que acontece com o jovem bem intencionado é que a intimidade inicial e a excitação de um beijo se enfraquece quando ele ou ela começa a dar esses beijos indiscriminadamente, como quem aperta uma mão. O significado profundo dos simples atos de afeição lentamente se perde. O mundo gosta de nos dizer que estamos ficando mais “habilidosos” no namoro, mas na verdade estamos apenas nos tornando insensíveis.
Então, antes de fazer tudo de novo, pense em guardar a paixão ardente para seu esposo ou esposa. Não apenas sua pureza será um dom e presente para seu cônjuge, ela vai fazer a afeição dele ou dela mais única para você também. No longo prazo isso vai unir os dois muito mais do que todas as “experiências” que o mundo recomenda que você tenha antes de se casar.
No colégio, eu não pensava duas vezes antes de dar esse tipo de beijo. Meu pensamento era que outras pessoas estavam fazendo coisas piores, então não tinha muito problema o que eu fazia. Agora eu desejaria ter guardado esses beijos para minha esposa, ao invés de distribuí-los por aí com garotas que nunca mais vi de novo depois que terminou o tempo de colégio. Mas na época eu não pensava no futuro. Eu apenas via meus colegas de sala e achava que esse era o modo como as coisas eram. Quando meus relacionamentos amadureceram e se aprofundaram, e eu comecei a rezar por eles, eu deixei esse tipo de beijo de lado, porque ele sempre acendia o desejo de ir além. Ele também estava levando os outros aspectos do relacionamento a um segundo plano. Eu sabia no meu coração que não poderia dizer com segurança que esse tipo de intimidade estava agradando a Deus.
Então eu tive uma conversa com uma namorada no começo de um relacionamento, e nós concordamos em fazer esse sacrifício. Isso foi uma grande bênção, e eu imediatamente pude ver como o relacionamento era mais santo e cheio de alegria. Nós nunca éramos perfeitos, mas pela primeira vez eu vi que, quanto mais beijos ardentes havia no relacionamento, menos havia de qualquer outra coisa. Isso foi uma coisa que não pude entender enquanto não experimentei.
Eu encorajo você a dar uma chance, tentar. Deixe de lado os beijos de língua nos namoros, e guarde-os para o casamento. Mantenha a afeição simples. Se é muito difícil para você aceitar isso, então tenha a honestidade de se perguntar porque. Se você não pudesse dar um beijo de língua no seu namorado, isso iria impedir sua capacidade de amá-lo? Será que, deixando de dar um beijo de língua em sua namorada, isso vai impedir sua capacidade de glorificar a Deus ou de levá-la para o céu? O quanto nossas intenções estão direcionadas para nossa gratificação pessoal, e o quanto estão direcionadas para a glorificação de Deus?
Falando em termos simples, a moralidade sexual diz respeito a glorificar Deus com nosso corpo. O modo com que você usa sua sexualidade deve refletir seu amor por Deus e deve expressar o amor de Deus para os outros. Se uma área parece cinzenta, então não entre nela. Faça apenas as coisas que você seguramente sabe que glorificam a Deus.
Se você tem dificuldades nesse assunto, leve isso para a oração. Se você deseja verdadeiramente conhecer a vontade de Deus com relação à pureza, eu sei que Ele vai lhe mostrar. Você tem só que ficar com Ele o tempo suficiente para ouvi-lo. Com certeza, isso é difícil, mas o amor está pronto a sacrificar grandes coisas, bem como as pequenas, pelo bem da pessoa amada.
Cada vez mais comum eu ouvir casais que guardam seu primeiro beijo para o dia do casamento. À primeira vista isso pareceu loucura para mim, mas então eu percebi que eles não estavam evitando os beijos porque achavam que era pecado ou porque não conseguiam se controlar, mas sim porque eles estimavam tanto, viam tanto valor em um simples beijo, que eles desejavam que Deus e o mundo testemunhassem o seu primeiro. Seu primeiro beijo poderia ser oferecido como uma oração.
Com tudo isso que foi dito, não devemos ficar presos em saber o quão próximos podemos chegar do pecado. Quando nossos corações estão bem com Deus, estamos preocupados com o que é verdadeiramente puro, e em como podemos glorificar a Deus com nossos corpos. Queremos que cada um de nossos atos de afeição seja um reflexo do fato de que Deus vem em primeiro lugar em nossas vidas. Enquanto não chegarmos a esse ponto, teremos dias muito difíceis tentando discernir entre o que é amor e o que é luxúria.
[1]. Elisabeth Elliot, Passion and Purity (Grand Rapids, Mich.: Revell, 1984), 131.
http://vidaecastidade.blogspot.com/
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Dize à sabedoria: Tu és minha irmã; e à prudência chama de tua parenta,
Para que elas te guardem da mulher alheia, da estranha que lisonjeia com as suas palavras.
Porque da janela da minha casa, olhando eu por minhas frestas,
Vi entre os simples, descobri entre os moços, um moço falto de juízo,
Que passava pela rua junto à sua esquina, e seguia o caminho da sua casa;
No crepúsculo, à tarde do dia, na tenebrosa noite e na escuridão.
E eis que uma mulher lhe saiu ao encontro com enfeites de prostituta, e astúcia de coração.
Estava alvoroçada e irriquieta; não paravam em sua casa os seus pés.
Foi para fora, depois pelas ruas, e ia espreitando por todos os cantos;
E chegou-se para ele e o beijou. Com face impudente lhe disse:
Sacrifícios pacíficos tenho comigo; hoje paguei os meus votos.
Por isto saí ao teu encontro a buscar diligentemente a tua face, e te achei.
Já cobri a minha cama com cobertas de tapeçaria, com obras lavradas, com linho fino do Egito.
Já perfumei o meu leito com mirra, aloés e canela.
Vem, saciemo-nos de amores até à manhã; alegremo-nos com amores.
PV. 7: 4-18
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Teologia da Libertação
Dar assistência aos pobres, sempre foi obrigação da igreja. Jesus em Mateus 25; 35..., nos ensina sobre esse mandamento, o do amor. Mas as academias “inventaram a roda” com esse negócio de Teologia Latino Americana, e também gostam de nomear tudo o que seus olhos vêem pela frente. Tem "teologias" pra todos os gostos e preferências!
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A maioria dos "teólogos da libertação" não liberta ninguém, pois não sabem lidar com a verdadeira escravidão oriunda do afastamento entre Homem e Deus. Dar roupa e comida é necessário, mas é fundamental libertar da verdadeira prisão, a que precede a maioria dos males; a espiritual. A maioria dos “teólogos da libertação” alem de não saberem tratar dos males espirituais, só se ocupam em criticar, (por essa razão, suas igrejas são antigas e crescem pouco, e crescimento é raridade nessas denominações). Quanto a esses “doutores”, suas “teologias” cheiram ENXOFRE, pois são influenciadas por Karl Marx, Feurbach, e toda a Filosofia da Religião ensinadas por descrentes e vários outros que se atrevem a desdenhar da Bíblia, (muitos que já se encontram no “Hades” tirando suas dúvidas com Platão e Cia).
.
É claro que nem tudo é o Diabo, mas “NOSSA LUTA NÃO É CORPORAL, É ESPIRITUAL” (Ef. 6; 1...), e temos que tomar muito cuidado com o ASSISTENCIALISMO, ainda que a Bíblia nos ensine a distribuir os bens, e será que os “teólogos da libertação” fazem isso? Talvez um ou outro quem sabe. A inveja dos religiosos crucificou Cristo, e a inveja dos “acadêmicos” o estão tentando crucificar novamente, alegando assim como os fariseus, um pseudo conhecimento de causa. “ A obra de todos será provada” (1Co. 3; 10). Deus será o juiz.
.
Nada pessoal contra quem quer que seja, mas é bom que esses caras parem de falar mau de tudo o que vêem. Concordo com algumas críticas endereçadas aos Neo- Pentecostais, mas certos ou errados, vejo bem mais Neo- Pentecostais nas favelas do que os Teologos da "libertação" que lotam as academias. Duvido que a maioria desses caras gastem seu dinheiro com grandes obras sociais, e duvido também que o discurso existencialista desses teólogos atinja as camadas mais pobres das periferias. A não ser quando mandam seus subalternos para abrirem pequenas congregações nas mais distantes periferias da Grande São Paulo. Mas esse discurso assistencialista e existencialista, não liberta e nem salva com eficiência.
Pr João Gomes IEQ Valo Velho/ prjoaogomes@yahoo.com.br
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A maioria dos "teólogos da libertação" não liberta ninguém, pois não sabem lidar com a verdadeira escravidão oriunda do afastamento entre Homem e Deus. Dar roupa e comida é necessário, mas é fundamental libertar da verdadeira prisão, a que precede a maioria dos males; a espiritual. A maioria dos “teólogos da libertação” alem de não saberem tratar dos males espirituais, só se ocupam em criticar, (por essa razão, suas igrejas são antigas e crescem pouco, e crescimento é raridade nessas denominações). Quanto a esses “doutores”, suas “teologias” cheiram ENXOFRE, pois são influenciadas por Karl Marx, Feurbach, e toda a Filosofia da Religião ensinadas por descrentes e vários outros que se atrevem a desdenhar da Bíblia, (muitos que já se encontram no “Hades” tirando suas dúvidas com Platão e Cia).
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É claro que nem tudo é o Diabo, mas “NOSSA LUTA NÃO É CORPORAL, É ESPIRITUAL” (Ef. 6; 1...), e temos que tomar muito cuidado com o ASSISTENCIALISMO, ainda que a Bíblia nos ensine a distribuir os bens, e será que os “teólogos da libertação” fazem isso? Talvez um ou outro quem sabe. A inveja dos religiosos crucificou Cristo, e a inveja dos “acadêmicos” o estão tentando crucificar novamente, alegando assim como os fariseus, um pseudo conhecimento de causa. “ A obra de todos será provada” (1Co. 3; 10). Deus será o juiz.
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Nada pessoal contra quem quer que seja, mas é bom que esses caras parem de falar mau de tudo o que vêem. Concordo com algumas críticas endereçadas aos Neo- Pentecostais, mas certos ou errados, vejo bem mais Neo- Pentecostais nas favelas do que os Teologos da "libertação" que lotam as academias. Duvido que a maioria desses caras gastem seu dinheiro com grandes obras sociais, e duvido também que o discurso existencialista desses teólogos atinja as camadas mais pobres das periferias. A não ser quando mandam seus subalternos para abrirem pequenas congregações nas mais distantes periferias da Grande São Paulo. Mas esse discurso assistencialista e existencialista, não liberta e nem salva com eficiência.
Pr João Gomes IEQ Valo Velho/ prjoaogomes@yahoo.com.br
sábado, 1 de maio de 2010
É complicado...
Não acredito que a graça seja irresistivel, mas igual a Agostinho de Hipona, digo a Deus que não me peça nada que Ele ainda não tenha me dado. Sinergista? Talves. mas de vez em quando monergista. Sou curioso quanto à teologia de Karl Barth, comecei a leitura de "Epistola aos Romanos" e espero terminar, mas prefiro o Bispo Edir macedo, só não aplicaria algumas de suas metodologias liturgicas em minha igreja. Eu lhe pareço confuso? Não pense assim! Talvez a influência do judeu Imanuel Levinas tenha me deixado assim!
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"POSSO NÃO CONCORDAR COM SUA "VERDADE", MAS TE AJUDAREI A PROPAGA- LA" Voltair.
.
"Nada devemos julgar antes do tempo" (ICo. 4. 5). .
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"-Não acredito em predestinação, mas se existir mesmo um Livro da Vida com nomes inscritos desde a fundação dos séculos, espero que meu nome esteja la"! . Luto para viver o cristianismo ortodoxo no amor, do Cristo do kerigma, que é heterodoxo em relação ao que é ensinado por aqueles que tentam comtemporanizar o imutavel e eterno: a Palavra e o procedimento cristão.
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"POSSO NÃO CONCORDAR COM SUA "VERDADE", MAS TE AJUDAREI A PROPAGA- LA" Voltair.
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"Nada devemos julgar antes do tempo" (ICo. 4. 5). .
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"-Não acredito em predestinação, mas se existir mesmo um Livro da Vida com nomes inscritos desde a fundação dos séculos, espero que meu nome esteja la"! . Luto para viver o cristianismo ortodoxo no amor, do Cristo do kerigma, que é heterodoxo em relação ao que é ensinado por aqueles que tentam comtemporanizar o imutavel e eterno: a Palavra e o procedimento cristão.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
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