quinta-feira, 29 de julho de 2010

Teologia da Libertação

Dar assistência aos pobres, sempre foi obrigação da igreja. Jesus em Mateus 25; 35..., nos ensina sobre esse mandamento, o do amor. Mas as academias “inventaram a roda” com esse negócio de Teologia Latino Americana, e também gostam de nomear tudo o que seus olhos vêem pela frente. Tem "teologias" pra todos os gostos e preferências!
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A maioria dos "teólogos da libertação" não liberta ninguém, pois não sabem lidar com a verdadeira escravidão oriunda do afastamento entre Homem e Deus. Dar roupa e comida é necessário, mas é fundamental libertar da verdadeira prisão, a que precede a maioria dos males; a espiritual. A maioria dos “teólogos da libertação” alem de não saberem tratar dos males espirituais, só se ocupam em criticar, (por essa razão, suas igrejas são antigas e crescem pouco, e crescimento é raridade nessas denominações). Quanto a esses “doutores”, suas “teologias” cheiram ENXOFRE, pois são influenciadas por Karl Marx, Feurbach, e toda a Filosofia da Religião ensinadas por descrentes e vários outros que se atrevem a desdenhar da Bíblia, (muitos que já se encontram no “Hades” tirando suas dúvidas com Platão e Cia).
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É claro que nem tudo é o Diabo, mas “NOSSA LUTA NÃO É CORPORAL, É ESPIRITUAL” (Ef. 6; 1...), e temos que tomar muito cuidado com o ASSISTENCIALISMO, ainda que a Bíblia nos ensine a distribuir os bens, e será que os “teólogos da libertação” fazem isso? Talvez um ou outro quem sabe. A inveja dos religiosos crucificou Cristo, e a inveja dos “acadêmicos” o estão tentando crucificar novamente, alegando assim como os fariseus, um pseudo conhecimento de causa. “ A obra de todos será provada” (1Co. 3; 10). Deus será o juiz.
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Nada pessoal contra quem quer que seja, mas é bom que esses caras parem de falar mau de tudo o que vêem. Concordo com algumas críticas endereçadas aos Neo- Pentecostais, mas certos ou errados, vejo bem mais Neo- Pentecostais nas favelas do que os Teologos da "libertação" que lotam as academias. Duvido que a maioria desses caras gastem seu dinheiro com grandes obras sociais, e duvido também que o discurso existencialista desses teólogos atinja as camadas mais pobres das periferias. A não ser quando mandam seus subalternos para abrirem pequenas congregações nas mais distantes periferias da Grande São Paulo. Mas esse discurso assistencialista e existencialista, não liberta e nem salva com eficiência.

Pr João Gomes IEQ Valo Velho/ prjoaogomes@yahoo.com.br